segunda-feira, 15 de maio de 2017

PODEROSA MENSAGEM DE KEANU REEVES PARA O MUNDO!

Keanu Reeves é conhecido por ser um ator incrível, que pode desempenhar papéis sérios e hilariantes.
Mas recentemente, ele também está sendo conhecido por sua sabedoria.
Ele doou quase metade do que ganhou com o filme “The Matrix” para a equipe de efeitos especiais e maquiagem. Não existem muitas pessoas desprendidas como Keanu.
A cada poucos meses, ele dá ao mundo o dom de seus pensamentos. Aqui está um deles. Aprecie.

“Eu não posso ser parte de um mundo onde os homens vestem suas esposas como objetos, mostrando tudo o que deve ser apreciado. Onde não há conceito de honra e dignidade, e só se pode confiar neles quando eles dizem “eu prometo”.
Onde as mulheres não querem filhos, e os homens não querem uma família.
Onde os idiotas acreditam ser bem sucedidos atrás da roda dos carros dos seus pais, e um pai que tem um pouco de poder está tentando provar-lhe que você é um ninguém.
Onde as pessoas declaram falsamente que acreditam em Deus com um shot de álcool em suas mãos, e a falta de qualquer entendimento sobre sua religião.
Onde o conceito de ciúme é considerado vergonhoso, e modéstia é uma desvantagem.

Onde as pessoas se esqueceram do amor, mas estão procurando o melhor parceiro.
Onde as pessoas reparam todo o ruído de seus carros, sem poupar dinheiro ou tempo, e parecem tão pobres que só um carro caro pode escondê-las.
Onde os meninos desperdiçam o dinheiro de seus pais em casas noturnas, sob os sons primitivos, e as meninas se apaixonam por eles.
Onde homens e mulheres já não são identificáveis e onde tudo isso é chamado de liberdade de escolha, mas aqueles que escolhem um caminho diferente – são marcados como déspotas.
Eu escolho o meu caminho, mas é uma pena não ter encontrado uma compreensão semelhante nas pessoas entre as quais eu desejava encontrá-la acima de tudo … ”
~ Keanu Reeves

terça-feira, 11 de abril de 2017

Amor de verdade a gente conserta, não joga fora

Considerado o “Poderoso Chefão” dos sentimentos, todo mundo quer encontrar o grande amor. Mas, ao mesmo tempo, ninguém quer dividir tristezas e desilusões, sentir as incansáveis dores físicas, passar por torturas psicológicas ou ficar noites sem dormir. Ninguém quer ter que aguentar o outro de mau humor,suportar as diferenças, compartilhar e ceder.

As pessoas querem mesmo é viver apaixonadas, curtir aquele desejo e vontade de fazer sexo todas as noites, tomar sol em uma casa de veraneio na praia ao som dos pássaros cantando e viver o sonho da família Doriana. Por isso, os amores de hoje são tão descartáveis. A cada esquina se acha alguém para se apaixonar, mas ninguém para amar. Cadê as pessoas que estão dispostas a suportar, no dia a dia, as imperfeições e que estão afim a criar problemas e, depois, resolvê-los juntas?
Está tão clichê dizer eu te amo e fazer amor (que nem pode mais se chamar de amor), que andar de mãos dadas não reflete companheirismo e um elo, mas sim, só mais duas mãos e alguns passos, que podem seguir separados. O que mais me impressiona não é nem o fato do “felizes para sempre” estar quase que em extinção, mas a coragem que as pessoas têm de, quando não conseguirem fazer as coisas darem certo e enfrentarem dificuldades juntas, se consolarem com o simples “Não era pra ser…”. Porque afinal, a culpa toda é do destino.

Esses dias estava tentando resolver um cubo mágico e me irritei tão fácil que obviamente não cheguei nem na primeira lateral de cores. Fiquei pensando na quantidade de coisas na vida que deixamos passar por falta de força de vontade. Com o amor é assim. Não queremos unir o azul, o amarelo, o verde, o branco e o vermelho, queremos só o vermelho e pronto. Mas para tudo e todo tipo de amor, sejam entre homens e mulheres, amigos e familiares é preciso de uma união de cores, sentimentos e mais do que isso, paciência. Tudo precisa se encaixar no lugar certo. Só que nós precisamos fazer nossa parte para que isso aconteça. Tentar, quem sabe?

Se você não puder ser a sua melhor versão com ela, então deixe-a ir

Ela não está interessada em quantos momentos extravagantes você pode proporcionar ou em qualquer outra coisa que o dinheiro possa comprar. Ela não liga para isso. Ela quer que você seja verdadeiro, honesto e empático sobre os seus sentimentos. Se você não puder ser a sua melhor versão com ela, então deixe-a ir.
Ela não quer um amor construído com ingredientes de um supermercado. Não é a receita perfeita que a interessa, mas o cuidado no qual cada gesto é igualmente distribuído. Um pouco de gentilezas, algumas pitadas de paixão, duas colheres de respeito e um copo cheio de reciprocidade. Para temperar, liberdade, tesão e igualdade. Nada do que você já imaginou ter algum dia, enche os seus olhos. O comum é chato demais. O passado, também. Ela quer simplesmente que você esteja disposto a se perder com ela. Sem razões únicas. Sem motivos egoístas. Tudo o que importa é a sinceridade de um abraço que há muito tempo não vinha.
Ela não está nem aí para essa sua prepotência de achar que ela te pertence. Não é você quem escolhe. Ela é quem decide, quando e como será de vocês. Nada de posses. Ela chega e parte do jeito que bem entender. Porque não existe isso de rédea curta com ela, não. Ela nasceu livre e apenas concede o passaporte para vocês estarem juntos.
Ela não quer proteção. Ela sabe se cuidar. O que enche o seu peito de tranquilidade e faz a sua alma sorrir de bom grado, é saber que está com alguém que escuta e reconhece os seus desejos. Ela quer conversar de coração para coração, de amor para amor. Antes que seja tarde, trate-a com o mesmo querer que te moveu até aqui. Se você não puder ser a sua melhor versão com ela, então deixe-a ir. A solidão nunca foi um problema para ela.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

O MEDO DA ESCOLHA EM TEMPOS DE EXCESSO

Quantas oportunidades você já deixou para trás enquanto adiava uma decisão?


Desde pequenos somos ensinados sobre a importância de fazer boas escolhas, afinal, são elas que determinam os nossos próximos passos, que abrem caminhos, que projetam o futuro. Viver é ter que escolher o tempo todo.
Às vezes acho que fazer escolhas já foi uma tarefa mais simples. Antigamente existiam menos opções em relação a tudo, logo, as pessoas se sentiam satisfeitas com menos também. Hoje, tomar decisões se tornou um assunto bem mais complexo.
Devido ao excesso de informações e possibilidades que a vida moderna nos oferece, é cada vez mais comum nos sentirmos sufocados, indecisos e confusos. A clareza se perde no meio de tantas alternativas e o medo de fazer escolhas erradas nos paralisa.
Com isso, muitas vezes, passamos a inventar desculpas e criar obstáculos que nos impedem de tomar decisões importantes e de realizar determinadas tarefas. Deixamos aquilo que nos parece mais difícil e complicado para depois, e nos distraímos com outras atividades que trazem gratificação instantânea, porém passageira. Em seguida, nos sentimos frustrados, improdutivos e com baixa autoestima por não termos realizado o que era realmente importante naquele momento. De certa forma, "deixar para depois" também é uma escolha, mesmo que inconsciente.
A procrastinação é um mal que vem assombrando a maioria de nós. Adiar responsabilidades e compromissos é como pisar em uma areia movediça, onde nos afundamos cada vez mais. Para sair dela é preciso acabar com a estagnação, enfrentar o medo que nos limita e ouvir a nossa voz interior com mais coragem e menos autojulgamento.
Gosto de uma frase que diz: Toda escolha requer ousadia. Que as nossas decisões, então, sejam feitas de forma consciente, segura e com uma dose de atrevimento. Erros e acertos fazem parte do caminho e isso deve ser encarado com mais naturalidade e leveza. Penso que só assim saberemos enxergar, com mais nitidez, as boas oportunidades que a vida tem para nos oferecer.


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ENSAIO SOBRE O DESAPEGO

Ir. Vir. Parar. Começar. Ciclos vêm e vão e esse é o desafio. Deixar ir, deixar vir. Permitir. Desapegar-se do que é nosso e do que já não é mais. O tempo vem e vai. Ele muda, nós mudamos, nosso ser é de eterna construção. Amores, amigos, colegas de trabalho. Uns ficam, outros não se encaixam mais no nosso mundo e nós também partimos. E isso não torna menos especial ou mais rancorosa a memória que cada ida e vinda deixa em nossa história. Não desqualifica os amores que passaram, os caminhos que já não tinham motivos pra se cruzar, o adeus que existiu sem ter cara de despedida.
Amor tem como sinônimo a liberdade. Toda escolha livre é mais gratificante. Todo amor que nasce da vontade de apenas ser amor sem amarras, sem cobranças. Amar em liberdade é escolher permanecer por si só. É aceitar que hoje pode não se tornar amanhã. É aceitar que o direito do outro é mesmo que o nosso: ir e vir. É uma escolha feita a cada dia e quanto mais livre essa vivência, mais verdadeira. Desapego não é deixar de cuidar. Desapegar-se é não viver o que se quer, é não esperar do outro lado um milagre que não construímos do lado de cá, é saber que a qualquer hora podemos voar e ser apenas uma boa memória na vida de quem cruzamos.
Tudo nessa vida flui quando permitimos. Uma dor passa, um amor se renova, uma amizade segue caminhos distantes, um emprego tem dias contatos e outras experiências surgem. Criamos uma expectativa (e necessidade) de sermos úteis a todo o momento, quando é justamente em nossa inutilidade que ganhamos valor: tocamos outras almas pelo que somos e não pelo que fazemos. E tanto na utilidade quando na inutilidade muitos passarão, pelos simples fator de terem cumprido suas missões e nós também. O sofrimento reside no julgamento que permeia nossa mente e precisa justificar mudanças de caminho. Sofremos quando não aceitamos o outro em sua totalidade. Sofremos quando não amamos o outro em sua total liberdade e sim desejando que ele cumpra o que esperamos dele.
Se você tem mais de uns vinte e tantos anos, certamente tem um número considerável de pessoas que passaram pela sua vida e você jurava que elas jamais partiriam. Todas tinham missões em sua vida. O quanto elas cumpriram? Não se pode saber. E você? Deu seu melhor? Deu aquele amor deslumbrante que você carrega no peito? Sente aquela “missão cumprida” quando lembra o que viveu ao lado daquela pessoa? O caminho é esse, estrada de paz de espírito.
Sim, fica aquela perguntinha entalada na garganta: por que acabou? Era o que tinha de ser. Entre erros e acertos não há culpa ou questionamentos em relação a essas partidas. Nada faltou, mas a eternidade dos amores é baseada na vontade dos amantes (no caso, amante é simplesmente aquele que ama). E deixar ir é um grande ato de amor, aceitar as partidas é deixar que o outro siga seu caminho, sabendo que a felicidade daquele ser sempre será algo que deixará seu coração quentinho, mesmo que seja em outras terras, em outros braços.
Uma das missões mais certas que temos na vida é distribuir amor por onde pisar. Dar, distribuir, compartilhar o que vem lá da nossa essência e sem pedir nadinha em troca. Digo mais, sem QUERER nada em troca. E ainda: sem ESPERAR nada. Difícil? Um pouco já que nossa mente ocidental não é treinada para o tal e perdemos diversas oportunidades de dar amor e viver a grandiosidade que isso proporciona a nossa alma. Dar amor é natural como qualquer instinto de sobrevivência e culturalmente acabemos perdendo muito tempo na mesquinharia de pensar no que se pode receber.
Desapegar é não se ater às pequenices da vida. Não ter posse das pessoas, coisas ou sentimento. É entregar-se e pertencer a tudo. É aceitar que a vida como o mar é inconstante, com dias de boas ondas e outros de ressaca, e que em qualquer situação ele jamais cessa seu eterno vem e vai. É amar em liberdade. É deixar ir. É saber que as histórias não perdem importância por chegar ao fim, eles ficam tranquilas em alguma gaveta da memória sabendo que foram missões cumpridas com louvor.


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CADÊ O FUTURO Não tenha pressa, logo, logo chega.

SEGUNDO MANDAMENTO: DESAPEGAR DE TUDO QUE FAZ MAL

Estranhamente, a gente acumula de tudo: no coração tem amor, ódio, rancor, medo, inveja, desejo; tem muita coisa e nem todas nos fazem bem, principalmente quando em excesso.

Ficamos pesados e lentos, vivemos menos e perdemos o apetite para os prazeres do mundo. 
Sabe aquele rancor que já venceu dentro da gente? Ou um amor platônico, que já dura meses ou até mesmo anos, e que a gente ainda cultiva como se estivesse vivo. Devemos deixar de lado, desocupar o coração e liberar espaço para o novo.
Desapegar não é tarefa fácil, ao contrário do que se imagina. Pergunte a um homem apaixonado o porquê de ele continuar insistindo, apesar de todas as evidências do universo apontarem pela completa impossibilidade de sucesso. Ele não te dará boas razões, elas não existem. E, talvez, o destino lhe seja bondoso e a pessoa amada, de uma hora para a outra, corresponda.
Alguém provavelmente já está cogitando que, em alguns casos, o desapego pouco ou nada difere da desistência (e que desistir é para os fracos), afinal de contas, o futuro é incerto. Desapegar de tudo que faz mal não é, necessariamente, desistir dos nossos objetivos. É repensar a estratégia, estudar novos caminhos e libertar a mente daquilo que nos atormenta. 
Praticar o desapego não nos torna menos humanos e sim mais preparados para as intempéries da vida. E, quando alguém descumprir o primeiro mandamento, por exemplo, de não dizer “eu te amo” em vão — vai por mim, isso acontece a todo momento — certamente sofreremos menos. Desapegar é palavra de ordem.


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